terça-feira, 27 de agosto de 2013

Comentando sobre o livro : Um amor para recordar-Nicholas Sparks

Oiiii meninas e meninos, pois é um assunto ''unissex'' agora ! rsrs '
Bom, gente, recebi no e-mail do outro blog : jubsecaty.blogspot.com que está em reedição e em um processamento de ideias, então não adianta entrar nesse link, quando ele estiver liberado, posto por aqui !
Bom pessoal, como estava falando, me enviaram direcionado pra esse blog (já que eu não tenho e-mail pra esse blogger), e aí me falaram que a ''sensação'' de livros de romance era o autor NICHOLAS SPARKS(clique para conhecê-lo). E eu já sabia, pois minha irmã tem uma coleção de livros dele e não falta muito pra acabar não, deve faltar uns 2 ou 3 livros pra completar. E eu, muito esperta, me gamei nos livros, li mais de 2, só que teve 2 até agora que eu não pude terminar de ler pois incluia umas coisinhas inapropriadas pra minha idade, como tipo : sexo, transe, excitado,enfimmmm....
Daí eu parei de ler, o que é uma pena, pois teve um que era MEU PORTO SEGURO, algo assim, e aí ela começava a lembrar e eu não tinha chegado nessa parte e minha irmã resolveu me avisar e quando chegasse no capítulo 18, era pra mim parar de ler ! Só que eu digo que é uma pena, pois eu não tava lendo essa parte e aquele livro realmente mexeu comigo, só que não posso terminar de ler !
ENFIM, eu descobri que o UM AMOR PRA RECORDAR, não tinha UMA ''besteira'' sequer !
Ah, lelek ! (não sou funkeira, nem curto funk, mas respeito).E aí eu corri, e demorou cerca de 3 dias pra eu terminar de ler !
Bom, é uma história bastante comovente, tinha a Jamie Sullivan e os garotos e garotas a zoavam, por sempre ler a bíblia e ser filha do pastor, daí tinha uma peça de teatro sobre o NATAL e ela chamou um menino(esqueci o nome-Landon Carter eu acho) pra participar, ele não queria, mas mesmo assim participou. No dia do teatro ela soltou o cabelo (que antes vivia amarrado em um coque) e estava completamente linda, ele percebeu que estava gostando dela ; Começaram a namorar, e quando ele disse TE AMO - pááaá´, susto pra geral.....
Ela lhe contou que iria morrer de leucemia, a vida dele mudou por total e eles se casaram e a coitada morreu e ele sabe o que é amor de verdade hj !
AI, EU SEI QUE NÃO EXPLIQUEI DIREITO, MAS DEU PRA DAR UMA ENTENDIDA !;P

está nos planos de DEUS fazer esse post (PS: LEIA O LIVRO PRA ENTENDER ESSA FRASE)
-desculpa a bagunça de fundo, é uma coberta de ''fundo'' haha é sério .

Jubs

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

TEAM ROPING-aprenda as regras

Team Roping ou Laço em dupla

Praticamente seu surgimento se deu em terras de gado americano, não era popularmente usado como esporte, e seu intuito era em auxiliar a lida e o dia-a-dia dos cowboys. A prova é em dupla de cavaleiros e seus respectivos cavalos que imobilizam um novilho com uma laçada na cabeça do animal e a outra nas patas traseiras, no menor tempo possível. A prova ocorre em arena com solo de areia e bretes. O laçador que ocupa o lado esquerdo do brete é chamado cabeceiro, pois é ele que deve laçar a cabeça do novilho, e o competidor do lado direito tem que laçar as patas traseiras, portanto é o peseiro. O cabeceiro, após posicionar-se, pede licença ao peseiro e dá o sinal para que soltem o novilho. Existe um tempo limite de 60 segundos para o competidor entrar no brete e pedir o boi, após ter sido chamado pelo locutor e a pista liberada, ao sair do brete, o boi automaticamente desarma a barreira que é representada por uma corda ou que ativa uma fotocélula. Os laçadores só devem partir após esse momento, quando é acionado o cronômetro. Quando um competidor estiver inscrito em outras modalidades ou ser treinador de animais inscritos em outras modalidades ou esteiro, na etapa, ele terá direito de remanejar sua ordem de entrada na pista, desde que informe à mesa logo após o sorteio e antes do início da prova. Dentro do prazo de 60 segundos, o competidor tem direito de lançar três cordas, não sendo permitido refazer a laçada, ou seja, terá que levar a segunda corda consigo. A terceira laçada poderá ser do cabeceiro ou peseiro, sendo duas do cabeceiro e uma do peseiro ou uma do cabeceiro e duas do peseiro.


Qual a finalidade do brete?

É um corredor onde o boi é mantido até que recebe o sinal, então partido em disparada para dar inicio a prova. Ele deve ter largura de 60cm a 80cm, a menos que seja aprovado o contrario pelo representante oficial do evento e o Comitê de Rodeios da FNRC.


Qual é a utilidade da barreira?

É o local da largada onde sai os dois competidores em direção ao novilho. Ela deve ter de 60% a 75% do comprimento do boxe de partida do cabeceiro de acordo com o tamanho da pista e a barreira do peseiro deve ter 60% do tamanho do cabeceiro. Poderá ter alteração mediante aprovação do representante oficial do evento e pelo Comitê de Rodeio Cronometrado da FNRC. Em caso de falha de barreira, se o juiz achar que o competidor foi prejudicado, tem o direito de uma nova corrida no mesmo boi, desde que se declare imediatamente. Se apesar da falha da barreira a bandeira funcionar corretamente, o competido receberá o tempo. A penalidade da barreira só se aplicará caso no julgamento do juiz o competidor realmente tenha quebrado a barreira. 


O que é a expressão "Boi que nega"?

A expressão que dizer, quando o competidor pedir o boi e este brecar ou negar depois que sair do brete, ele terá direito a outro boi, desde que o cabeceiro ou peseiro não tenha arrebentado a barreira antes de uma distância de 100% a mais do tamanho da barreira e nem tenham jogado a corda.


Quando é válida a laçada?

O juiz de pista deverá baixar a bandeira quando o boi for laçado pela cabeça e pés, e quando ambos os cavaleiros estiverem de frente para o boi em linha, com o laço esticado e enrolado no pito da sela. O boi deverá estar de pé para ser laçado.


Como é válida "Laçada de Pé" e "Laçada de Cabeça?"?
Laçada de Pé - Antes que a Laçada do peseiro possa ser arremessada, o boi deve estar em movimento, ter tido sua trajetória modificada pelo cabeceiro, o qual deve estar em controle do boi e o laço do cabeceiro deve estar enrolado, completando uma volta no pito da sela. A laçada de pé somente é valida quando o juiz de pista abaixar a bandeira e a corda estiver em um ou dois pés do boi e atrás da paleta. Mesmo com a bandeira do juiz abaixada e a laçada cerrada, é resguardado ao juiz o direito de invalidar a laçada, caso este constate alguma irregularidade.

Laçada de Cabeça - Haverá somente três laçadas válidas de cabeça: em torno de ambos os chofres; na metade da cabeça ("meia-cara"); em torno do pescoço.


Quais são os tipos de Penalidades?

Poderá o cabeceiro laçar o novilho pelo pescoço, chifre, ou meia cara (pescoço e um dos chifres). Assim que o boi já laçado, é puxado e mudado de rumo pelo laçador de cabeça, é hora do peseiro começar. Somente nessa hora é que o peseiro deve completar o serviço que foi começado pelo cabeceiro. Se o fizer antes disso, a dupla será desclassificada. Essa falta é como carretão. Se o novilho for laçado somente por uma das patas traseiras, a dupla será penalizada em 05 segundos. As duplas de laçadores são avaliadas pelas médias de tempo obtidas nas provas classificatórias e na final, ficando a critério dos organizadores determinar o número de bois que cada dupla terá que laçar em todas as provas. Geralmente, serão de 03 a 05 bois para duplas amadoras, e de 06 a 08 bois para duplas profissionais. Um laçador somente poderá vencer se não errar nenhum boi. Por causa desta dificuldade, diversas inscrições são realizadas durante a competição, para aumentar as possibilidades. Também existem outras laçadas desclassificatórias; a serigola no chifre; a laçada no chifre ou cabeça em forma de oito; cruzar a laçada por si própria por duas vezes; se o laço estiver na boca do boi; laçada pela paleta.


Quais são as categorias para o Laço em Dupla?

Há vários tipos de competidores; aqueles com handicap de três e quatro são da categoria B; competidores com handicap de cinco, seis e sete são da categoria ª O handicap de cada competidor é definido pelo Comitê de Rodeio Cronometrado da FNRC no momento de sua afiliação à entidade e é valido para toda a temporada, podendo ser mudado na próxima temporada.


Quais são os tipos de gado para o Laço em Dupla?

Os bois devem ter no mínimo 15cm e no Máximo 30cm de chifre. O peso (vivo) dos bois deverá ser de no mínimo 200KG e no Máximo de 270KG. Em todo o gado usado na modalidade de laço em dupla deverá ser usado protetor de chifres.


Como treinar os cavalos?

É necessário que os cavalos sejam especialmente treinados para cabeceio e peseio. Os procedimentos são bem diferentes para cada uma dessas especialidades, devido aos detalhes exigidos para o trabalho que cada um irá executar. Para os dois tipos de trabalho inicia-se o adestramento do cavalo rodando o laço em cima dele, para que ele vá se habituando com seus movimentos. Ele terá que ir se acostumando com o fato que a corda não lhe oferece nenhum tipo de perigo. Passe-a tocando no pescoço e garupa, até que ele se acostume com seu contato. Então, é hora de fazê-lo travar conhecimento com o boi. Faça o cavalo seguir um novilho pela arena inteira, sempre com o laço pronto nas mãos. Escolha primeiramente os novilhos mais lentos. Agora, é hora de começar a aprendizagem da prática especifica. A partir desse ponto, pois o adestramento realizado todos os dias é indispensável, pois cada gesto estará sendo aprendido pelo animal com a repetição. Assim, o cavalo começa a entender cada movimento executado, colaborando e facilitando o trabalho do laçador.


Qual é o equipamento apropriado para o Laço em Dupla?

O equipamento utilizado primeiramente uma sela boa e confortável com costura reforçada para aguentar o novilho. Como o cavalo pode chocar uma pata com a outra e fazer paradas bruscas(esbarros) que podem causar lesões, usa-se as caneleiras, "cloches" e "skid boots", nas provas e também nos treinamentos. Devem-se usar freios, rédeas e gamaras, pois suas escolhas dependem da fase do animal e do adestramento. 

O laço é outro acessório indispensável, deve ser em poliéster e nylon, conhecido como "Laço Americano" e na outra mão, o laçador deve usar luva. O laço para cabeceiro será mais curto (mais ou menos 10 metros de comprimento, que o do peseiro (uns 15 metros de comprimento). As cordas são especiais, podendo ser leves e pesadas, mais rápidas ou menos rápidas. Os laços recebem nomes diferentes conforme sua textura. Para cabeça são usadas cordas mais macias, conhecidas como: "Extra-Soft" (extra macia); "Soft"(Macia) e "Médium-Soft"(macia média). Para os pés serão mais duras: "Médium-Soft"(macia média); "Médium"(media);"Hard-Medium"(média-dura) e "Mediumhard"(dura-média).

Como o laço já esta sendo muito praticado por crianças, existem cordas especiais para elas, para a pratica em cavaletes. Mas já existem em diversos torneios as presenças desses pequenos peões e fazendo que esse esporte cresce a cada dia mais em nosso Brasil.


Fonte bý : lhborges.blogspot.com

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Doma \Fonte by : http://lhborges.blogspot.com.br/p/doma.html

Doma


Doma é o processo pelo qual o cavalo passa antes de aceitar ser montado pelo cavaleiro. Existe a doma de baixo, que consiste em aceitar a colocação do cabresto e respeitá-lo, permitir que se erga os membros e que se faça a higiene normal como rasquear e escovar o pelo. Alguns englobam também nessa fase o período em que se ensina os comandos de rédeas sem montar no animal, com a técnica do charreteamento. A doma de cima é aquela que consiste em encilhar o animal e montá-lo, ensinando os comandos para direcionar o animal, realizar transições e controle da velocidade. Após a doma, o animal receberá treinamento específico para a modalidade em que for competir, se for um animal de esporte.
Existem muitas técnicas diferentes para se domar os cavalos, algumas bem recentes e outras que fazem parte da cultura local, passadas de pai para filho.

Doma racional: O americano Monty Roberts divulgou uma forma de domar cavalos que envolve o uso de um redondel. O cavalo é mantido à distância e correndo até que apresente sinais de submissão (como baixar a cabeça e mastigação) e aceite a aproximação do homem. Se o cavalo tentar se esquivar à aproximação humana ou ao uso dos materiais de montaria, é novamente mantido em movimento, até que não mostre reações negativas. Nesse caso, o animal é recompensado com carinho e descanso. Com essa técnica, em menos de uma hora é possível montar a maioria dos cavalos.


 
Cabresteando o potro da maneira correta

Doma passo a passo:

O ideal é acostumar o potro a andar com o cabresto desde os primeiros meses. No início, o melhor é usar uma guia grande presa ao cabresto e passar atrás da garupa do potro, e fazê-lo seguir a mãe por distâncias muito curtas. Depois que ele estiver acostumado a andar para a frente, faça ele parar por alguns momentos, enquanto a mãe também está parada, alguns metros à frente. 
Depois da desmama por volta dos 6 meses, se deve acostumá-lo a andar sozinho com o cabresto. Se ele já estava acostumado a seguir a mãe com o cabresto, provavelmente não haverá  dificuldades. Primeiro para a frente e mais tarde fazendo ele recuar alguns passos. O cuidado com a higiene é uma parte importante da doma de baixo. O cavalo deve ser rasqueado e escovado uma vez ao dia, seus cascos devem ser levantados e limpos, deve-se passar a mão por todo o corpo do animal, para que ele perca as cócegas e medo do homem, se acostumando com uma rotina que será seguida por toda a vida. De vez em quando, deve-se dar banho, começando pelos cascos, a seguir pela garupa, ventre, dorso, pescoço e cabeça.

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Acostumando o potro com o manejo

Quando o potro estiver atingido cerca de dois anos de idade, deve ter início o condicionamento físico do animal. Com o auxílio de uma guia longa, faça o potro trabalhar em círculos amplos, inicialmente ao passo e trote. Se o animal se recusa a caminhar para a frente, peça a um ajudante que puxe o animal no começo ou “toque’ o cavalo para que esse inicie o movimento. Lembre-se de alternar de lado e de que no início o treinamento deve ser breve, não passando de 10-15 minutos, podendo se estender conforme o cavalo for se acostumando ao exercício. Assim que o potro estiver andando ao passo e trote, comece também a pedir o galope. Um som deve ser usado para o potro iniciar o movimento e outro para diminuir a velocidade ou parar. Normalmente são utilizados estalos dos lábios para aumentar a velocidade e a palavra “ouu” ou um assovio para diminuir. Ao invés da guia, um redondel também pode ser utilizado para exercitar o potro.

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Exercitando o potro

Exercícios de flexionamento são importantes: com o cavalo parado, puxe a guia do cabresto para um dos lado até o cavalo encurvar o pescoço pelo menos 90 graus. Deixe o animal nessa posição por apenas alguns segundos e libere-o, como recompensa. Repita o exercício rotineiramente, para os dois lados. Conforme o potro for se acostumando, pode fazê-lo quase encostar a ponta do focinho na paleta, aumentando a encurvatura e deixando-o mais tempo na posição, sem nunca ultrapassar 20 segundos. O alongamento da musculatura do cavalo é diferente da dos humanos. Apenas 15 a 20 segundos é suficiente para alongar o cavalo, enquanto o homem necessita ao menos 1 minuto. É com repetição de curtos períodos que se aumenta a flexibilidade do cavalo, e não com longos períodos. Deixar o animal amarrado por longos períodos nessas posições provoca muita dor e pode inclusive lesar as fibras musculares, ao invés de aumentar a flexibilidade.

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Exercícios de flexão lateral

Após a sessão de exercício, apresente a manta de montaria ao potro, deixando-o cheirar o objeto. Coloque suavemente sobre o dorso e passe sobre o pescoço, a garupa e membros do animal. Se esse se afastar, recomece o exercício. Após alguns momentos, faça o portro parar e tente novamente. Quando ele se mostrar tranquilo ou ao menos se mantiver parado com a manta, afaste a manta e deixe-o um tempo sem pressão, acariciando-o. Deixe cada vez a manta por mais tempo antes de recompensá-lo. Depois que ele se acostumou com a manta, uma corda ou tira de couro deve ser colocada ao redor do tórax para simular o aperto da barrigueira, sem no entanto apertar muito no início. Faça o potro caminhar e mais tarde se exercitar com a manta e a “barrigueira”. Quando ele se mostrar calmo, coloque a sela, aperte e novamente faça ele caminhar para se acostumar com o peso e o balanço dos estribos na pele. Na maioria dos potros já domados de cabresto, em apenas um dia o animal estará completamente acostumado com a manta e a sela.

Após repetir a experiência do potro se exercitar com a manta e a sela, sem corcovear ou estranhar, é hora de introduzir a embocadura. No início, é melhor colocar uma tira de couro ou uma embodura de silicone no lugar das embocaduras de metal. Estando do lado esquerdo do potro, segure a cabeçada com a mão direita e a embocadura com a mão esquerda, colocando suavemente no espaço sem dentes (barra). Deve se formar uma ou duas pregas na comissura labial do cavalo, quando o tamanho da cabeçada está bem ajustado. No início, deixe por poucos minutos a embocadura, retirando logo depois e acariciando o cavalo. Quando ele estiver mais acostumado, comece a realizar os exercícios com a embocadura, no entanto mantendo ainda a guia ligada ao cabresto.

Assim que o cavalo estiver acostumado a se exercitar com a embocadura (ainda que sem ser usada para o comando do cavalo), tem início a fase de charreteamento. No cavalo, usando uma barrigueira de charreteamento, se coloca um bridão, ao qual se prendem duas guias longas, uma de cada lado. O domador se colca atrás do cavalo, cada mão segurando uma guia, que passa pela barrigueira e chega na embocadura. O cavalo é estimulado a se locomover com o som a que já foi acostumado (normalmente estalo dos lábios), de forma tranquila e ao passo. No início outra pessoa pode puxar o potro se for necessário. O domador deve fazer o cavalo virar para a esquerda e direita repetidas vezes, tracionando a rédea esquerda e a direita com suavidade, porém firmeza.

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Charreteamento

Assim que o cavalo sabe os comandos de iniciar o movimento, parar, virar para os dois lados, já está fisicamente condicionado e preparado ao exercício e acostumado a todos os materiais de montaria, é hora de aprender a ser montado.

Após os exercícios habituais, porém mantidos por apenas alguns minutos para não cansar o potro, este é levado ao centro do redondel ou pista. Enquanto uma pessoa permanece segurando a guia, a outra se aproxima devagar do potro, acariciando-o. A seguir, virada de frente para o lado esquerdo do potro, coloca parte do peso do corpo no estribo, retirando em seguida o pé. Esse movimento é repetido diversas vezes, até que o potro não mostre nenhum sinal de apreensão. Nesse caso, a pessoa passa a apoiar cada vez mais o peso, chegando a apoiar todo o peso e encostar a barriga na sela, descendo rapidamente após. O próximo passo, se o potro se mantiver tranquilo, é passar a perna direita para o outro lado e sentar-se na sela. Novamente, a pessoa deve descer em seguida, para mostrar ao potro que não há perigo. Quando ele estiver tranquilo, a pessoa pode permancer na sela e o animal é puxado lentamente pela guia, até se acostumar. A seguir, a pessoa que guia o potro deve deixar a guia frouxa ou retirá-la, deixando que o cavaleiro controle o animal com as rédeas. Porém, a pessoa no chão deve permancer próxima para qualquer eventualidade. O potro logo percebe que não há grande diferença entre obedecer as rédeas com o cavaleiro montado e obedecer as rédeas longas com o domador no chão.

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Subindo pela primeira vez

Assim que o potro estiver obedecendo o cavaleiro montado, em todas as direções ao passo, pode passar ao trote e mais tarde ao galope. Os exercícios de flexionamento devem continuar sendo realizados, assim como o recuo. Logo o cavalo deve sair da pista ou redondel e passar a andar em locais mais abertos e com mais estímulos, como árvores, outros animais, objetos que desconheça, veículos, sacolas plásticas, entre outros. Subir e descer terrenos acidentados dá mais equilíbrio e confiança ao cavalo. No início, a companhia de um outro cavalo mais experiente e calmo, chamdo de “madrinha”, pode ser benéfico. Acostumar o cavalo a situações diferentes básicas faz parte da doma, caso contrário o animal poderá se descontrolar com as situações mais triviais, porém desconhecidas para ele, que poderão levar a acidentes graves.

Assim que o cavalo se mostrar um animal calmo e confiável em diferenes ambientes e situações; obediente nos diferentes andamentos e direções, permitindo o manejo rotineiro sem sinais de agressão ou medo, pode-se dizer que está domado. Ao fim desse período, pode passar a receber treinamento específico para a tarefa ou modalidade esportiva a que se destina, por exemplo trabalho com gado, salto, baliza e tambor, adestramento.

É importante lembrar que durante a doma nunca se deve bater no animal. Sempre que ele fizer corretamente o que pedimos, deve ser recompensado imediatamente, para que entenda que “acertou”. Se ele se recusa a obedecer algum comando novo, deve-se voltar à etapa imediatamente anterior, que ele já domina. O cavalo aprende por repetição e associação, portanto tranquilidade e paciência é fundamental na doma dos equinos.

Texto por Louise Tezza

Fontes consultadas:
MORGADO, Cel Felix B. Adestramento do cavalo. 2a edição. São Paulo: Editora Nobel, 1990
JONES, Mark. Breaking-in. www.markjonestrainingstables.com.au

FONTE DA QUAL PEGUEI O TEXTO : http://lhborges.blogspot.com.br/p/doma.html

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Trote, será que faz bem ? Fonte by :http://lhborges.blogspot.com.br/

Trote, faz bem?

Andar à cavalo causa dores na coluna? Muita gente acredita que sim, mas cavalgadas podem fazer um bem enorme à coluna basta acertar o passo, entrar no ritmo do cavalo. A cavalgada pode até causar dor na coluna em quem não sabe andar a cavalo, a coluna é como uma mola, se você está todo duro em cima do cavalo você pode causar dor. Para isso tem que ficar solto e acompanhar o molejo do animal.
Esses movimentos vão naturalmente fortalecendo principalmente a musculatura abdominal e lombar.
Conforme o cavalo se movimenta ao passo o nosso quadril estimula as reações equilíbrio do tronco e o sistema nervoso central de forma que a gente fica em alerta com nível de contração muscular maior, mas ao mesmo tempo relaxado por estar praticando uma atividade prazerosa e ao ar livre.





“Ao montar um cavalo, um ser maior e mais forte, adquire-se autoconfiança e determinação. Mas, principalmente, esse contato melhora a auto-estima, trazendo alegria e satisfação.” Quem diz isso é um dos pioneiros da equoterapia no país, o tenente-coronel Yvens Catalano, do Regimento da Cavalaria 9 de Julho, da PM de São Paulo. “O praticante conhece e vence seus limites, exercita a paciência e o controle emocional.”
A técnica era utilizada na Grécia antiga, mas só recentemente tem ganhado contornos científicos. O tenente-coronel Catalano explica que, a cada passo, o animal faz movimentos longitudinais, verticais e horizontais, com uma harmonia de ritmo e intensidade que traz benefícios ao corpo humano. “Melhora nosso tônus muscular, agindo no sistema nervoso central, com benefícios ao equilíbrio e à postura.”
A equoterapia chegou ao Brasil em 1989 e é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1997. Médicos, psicólogos, fisioterapeutas, pedagogos, musicólogos e fonoaudiólogos, entre outros profissionais, vêm receitando montaria para pessoas com necessidades especiais de aprendizado ou nas funções motoras. Mas todos que estiverem buscando qualidade de vida podem entrar nessa: andar a cavalo faz bem.

Novidades sobre minha viageeeeeeem pra minas !

oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ! Minha memória boiadeira tá inspirada !! aproveitem !
Depois do almoço lá vou pegar estrada, 3hrs depois tava em Extrema, pousei lá (parada só, não dormi) e fui pra Campanha que fica perto de várias cidades, dentre: Varginha, Três Corações, Cambuquira, Pouso Alegre, Monsenhor Paulo,São Gonçalo Do Sapucaí..enfim, cheguei lá e fui pra chapada ver meu bebezinho lindo da prima e dar oi pro povo ... Depois desci pra casa do meu vô e comi um sanduba do top lanches. Aí no outro dia, eu subi pra chapada, andei de bike, peguei meu bebezénho e parti pra briga, ai eu desci e fui direto pro pasto e vi meu vô deitado lá e a Luma(mula dele) e pantera(dog dele) estavam lá com ele. 2hrs o trator de cana de açúcar veio descarregar, ai descarregaram e eu subi na caçamba do trator e esperei meu vô subir, daí fomos pra casa almoçar e eu subi de novo e desci, aí fomos ver meu cavalo que tá em outro pasto e nessa semana tá lá no pasto do meu vô, ele tá gordinho, e o machuucadão na perna inflamou **tisti mto tisti** mas meu vô vai cuidar !! Ai nós vamos construir uma baia pra ele e depois levar pra castrar !!
E eu ganhei uma rédea, falta o freio e a cabeça ! eu e meu vô temos praticamente 4 arreios ! Bjaao
eu amo meu vô, ele é uma pessoa mto disposta, mto legal, é minha vidaa